Sai seu Madruga, entra o capitão, viu Chaves?





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Bang, bang, bang



Pelo decreto assinado nesta terça-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, cidadãos brasileiros com mais de 25 anos poderão comprar até quatro armas de fogo para guardar em casa ou no trabalho; donos e responsáveis por estabelecimentos comerciais ou industriais também poderão adquirir o armamento, assim como colecionadores de armas, atiradores e caçadores. Limite de quatro armas poderá ser flexibilizado, caso o cidadão comprove a necessidade de adquirir mais, como, por exemplo, ser possuidor de mais de quatro propriedades rurais ou urbanas. (Até hoje 86% das armas dos bandidos são adquiridas no mercado legal e depois repassadas para eles. E agora?...).

O que vocês fazem?
Vocês vão e dão uma arma a um garoto
Agora não há lugar para onde correr
Não há lugar para onde correr

Quando ele a segura em suas mãos
ele se sente poderoso, ele se sente forte
Agora não há lugar para onde correr

Um dia ele poderá voltar
retribuir o que nós fizemos
Então para onde vocês irão correr
Pra onde vocês irão correr

Agora todos estaremos à mercê dele
Se ele decidir caçar-nos
Porque não há lugar para onde correr
Não há lugar para onde correr... 



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Afinal, Bolsonaro foi esFAKEeado?




O documentário A Facada no Mito, postado no canal True Or Not, no YouTube, tenta uma revisão dos fatos que foram tratados como "atentado" contra o então candidato Jair Bolsonaro, em 6 de setembro último, com um simples recurso: colocar a lupa sobre as informações que já se conhecem (vídeos, declarações, documentos...). O trabalho, que está se espalhando velozmente nas redes sociais, praticamente não traz imagens inéditas do episódio. Mas traz apontamentos minuciosamente elaborados em torno das cenas que antecederam à facada desferida por Adélio Bispo de Oliveira.

Mostra o comportamento da equipe de segurança, levanta questões relacionadas à “logística” em torno do autor, relembra dúvidas em torno do atendimento e contradições em torno das reações de pessoas próximas a Bolsonaro. Adélio agiu sozinho mesmo para organizar e executar o atentado? Por que tinha tantos celulares e laptop se usava lan house? São coincidências as mortes de pessoas ligadas a sua hospedagem? E o fato de o escritório de advocacia que o defende atender também envolvidos em confronto entre policiais de Minas e de São Paulo? São listadas, enfim, muitas perguntas sem respostas, como qual teria sido o desempenho eleitoral de Bolsonaro se não tivesse ocorrido o crime.



“Não somos direita ou esquerda. Não estamos acima e nem abaixo. Somos nós, somos vocês, somos eles, somos todos… …e merecemos respostas”, dizem os responsáveis pelo canal, que abrem o documentário explicando não se tratar de uma “acusação”, mas de levantamento de pontos de vista que permitam “uma narrativa diferente da divulgada”.

Os responsáveis do filme observam que até o momento a Polícia Federal apresentou uma conclusão que “deixa de fora muitas questões”. “Questões que queremos dividir com o público para que possamos exigir as devidas respostas.”

O vídeo, que em pouco mais de 15 dias já atingiu XXXXXXX visualizações, contém uma análise minuciosa das circunstâncias e imagens do "atentado" contra o agora presidente e traz à tona perguntas e suspeitas que nenhuma autoridade se empenhou em resolver; assista...v




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Um novo ciclo de civilização



"De dentro para fora, da intimidade do ser para a objetividade das circunstâncias, há um movimento claro de transformação daquilo que chamamos de civilização. Nossa humanidade anda revoltada com o sistema, definitivamente percebeu que não vale mais a pena trabalhar uma enorme parte de sua vida individual para sustentar uma máquina burocrática que é corrupta e ineficiente (ninguém sabe qual das duas condições veio primeiro e foi causa da outra). 

Em todos os países se dissemina essa revolta porque não foi imposta, pode até ser eventualmente manipulada, mas isso é irrelevante, o que importa é aceitar que há um movimento transformador e revolucionário que não pode ser detido. Este é o verdadeiro fim do mundo, uma revolução sem precedentes que inicia um novo ciclo de civilização".
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Se o mundo andar para trás...




Se o mundo ficar pesado
Eu vou pedir emprestado
A palavra POESIA

Se o mundo emburrecer
Eu vou rezar pra chover
Palavra SABEDORIA

Se o mundo andar pra trás
Vou escrever num cartaz
A palavra REBELDIA

Se a gente desanimar
Eu vou colher no pomar
A palavra TEIMOSIA

Se acontecer afinal
De entrar em nosso quintal
A palavra tirania

Pegue o tambor e o ganza
vamos pra rua gritar
A palavra UTOPIA




Jonathan Silva: voz
Ceumar Coelho - participação encantada: voz
Filpo Ribeiro: viola dinâmica
Lucas Brogiolo: percussão
Marcos Coin: violão
Coro: Karen Menatti, Lilian de Lima, Eva Figueiredo, Cris Raséc, Luciana Rizzo, Dinho Lima Flor, William Guedes, Rodrigo Mercadante e Lucas Vedovoto.

Gravado no Juá Estúdio
Vídeo: Bruta Flor Filmes

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Mistura explosiva de autoritarismo e inexperiência




*Bruno Abbud

O historiador Carlos Fico, especialista em estudos sobre a ditadura militar e professor da UFRJ diz que as propostas “amalucadas” do governo Bolsonaro podem ameaçar a democracia pois a nova gestão será uma mistura “explosiva” de autoritarismo e inexperiência, avalia.

Ele sinaliza que "essa onda conservadora que há no mundo inteiro se dispersa muito, no Brasil, pelo retorno dos militares à política, e isso não chega a ser uma surpresa, porque tivemos uma ditadura militar recentemente. Existe uma percepção da população de que os militares teriam um perfil adequado para cuidar da segurança".

O senhor acha que essa onda é natural e orgânica ou ela pode ter sido provocada de alguma maneira?
É um movimento que não acontece só no Brasil. Em grande medida, tem a ver com o ressentimento das classes médias e das pessoas mais pobres com o não atendimento do que consideram direitos. A questão da Previdência, por exemplo, e o fato de que o Estado do Bem-Estar Social precisa de reformulações. No caso do Brasil, acho que tem muito a ver com a questão não do antipetismo, mas de um ressentimento geral contra as elites, que não conseguiram, nas última décadas, resolver problemas elementares de educação, saúde e segurança pública. Essa precariedade dos serviços públicos acontece mesmo quando o Brasil apresenta algum crescimento econômico. Acho que há um grande ressentimento contra elites, formuladores, elites políticas, imprensa.

O senhor acha que o governo Bolsonaro pode fazer diferente do que fizeram essas elites em relação à qualidade dos serviços públicos?
Duvido muito. O governo Bolsonaro vai ser realmente uma mistura muito ruim de autoritarismo e inexperiência. Vários de seus assessores, ele próprio, o vice-presidente e generais da reserva que vão ser ministros, toda essa gente tem um perfil muito autoritário. Esse é um componente já por si ruim. As propostas amalucadas do Bolsonaro e do vice-presidente podem trazer problemas para a sustentação da democracia. Vai ser preciso enfrentar sempre esse tipo de iniciativa, porque acredito que eles proporão tudo o que prometeram. Tenho a forte impressão de que realmente vão propor uma agenda conservadora em relação a determinados direitos e a determinadas políticas de ação afirmativa, em relação ao politicamente correto e às questões ético-morais. Tudo isso vai criar uma atmosfera que é uma guinada à direita, e no meio dessas propostas há algumas que são de viés autoritário no sentido de fragilizar aquilo que tradicionalmente se conhece como políticas públicas em favor da democracia. Outro aspecto muito ruim nesse governo é a inexperiência. Todos os candidatos do PSL são muito novos. O próprio Bolsonaro e sua equipe são muito inexperientes em relação à gestão pública. E há esse componente voluntarista de que “vamos resolver tudo e começar do zero”. Um dos enormes problemas vai ser um tranco na gestão pública, porque certamente a gestão ficará paralisada pela inexperiência.

Que setores do governo, em sua visão, correriam mais riscos?
Ministérios como Educação, Saúde e outras áreas demandam uma expertise e uma gestão continuada, mas os nomes que estão sendo cogitados são de pessoas muito inexperientes e voluntaristas, com ideias de mudar tudo. Isso será um problema. Esses quadros todos em torno de Bolsonaro nunca transitaram nos campos da saúde e da educação, por exemplo. Quando você tinha PSDB ou PT no poder, podia discordar de um ou outro, mas esses partidos, até pela tradição e pelo tempo de estrada, tinham profissionais qualificados nessas áreas. Não é o que se vê na equipe e no partido de Bolsonaro, que além disso tem viés autoritário. É uma mistura explosiva.

O que há de semelhante entre os militares da ditadura e os que integram o governo de Bolsonaro?
A gente não conhece as propostas de Bolsonaro com muita clareza, sobretudo no campo econômico. Não dá para dizer o que serão. No campo da educação, saúde e segurança pública, por exemplo, ninguém sabe o que ele vai fazer, então é muito difícil comparar com seja lá o que for, em termos de políticas públicas. Do ponto de vista institucional, acho que não há comparação, porque a ditadura era a ditadura. Estamos vivendo num regime democrático. De um modo ou de outro, o governo Bolsonaro vai ter de se adequar a essas circunstâncias, vai ter de lidar com o Congresso e com legislações que não se mudam de um dia para o outro.

Mas que diferenças há entre o Exército que chegou ao poder em 1964 e o Exército que, de certa maneira, chega ao poder agora? Em que medida o porão volta à tona?
Acho que não há correlação entre o que se vê agora e a ditadura. No entanto, esse governo de Bolsonaro é a expressão dessa onda conservadora, a expressão mais proeminente e visível de um discurso conservador que se manifestou ao longo de toda a campanha pela voz desses personagens. Acho que o que vai caracterizar o governo não necessariamente será um viés militarista, mas um perfil claramente conservador, que é o perfil da sociedade brasileira neste momento. Certamente vamos ter uma porção de iniciativas que atendam a essa pauta conservadora e a esse ressentimento das pessoas, mas não creio que isso se compare com o que havia de militarista durante a ditadura militar. Até porque vão ter de fazer algum tipo de reforma na Previdência, e essa pauta conservadora será uma contrapartida para dar um retorno ao eleitorado de Bolsonaro, que não vai gostar muito de uma reforma na Previdência.

O senhor não acha que a maneira de agir das polícias nas periferias de grandes cidades, por exemplo, pode se assemelhar a certas práticas a ditadura ou que possa haver, a partir de agora, mais tranquilidade de policiais na realização de atos ilícitos?
Todo o discurso de Bolsonaro é um discurso que estimula a violência. A solução para o problema da violência não vai se restringir, como não tem se restringido, a uma ação mais truculenta da polícia. Esse estímulo à violência provocado pelo discurso de Bolsonaro e de outras lideranças do entorno dele certamente provocará a violência em termos gerais, não só da polícia. Esse é um dos aspectos do viés autoritário que se manifesta por um apego a decisões brutais e violentas e a um discurso violento. É um dos aspectos mais negativos do perfil político desse personagem. Ainda assim não faria comparação com a ditadura militar porque justamente temos condições de impedir e tentar se contrapor a essas manifestações.

Bolsonaro não reconhece a ditadura militar como tal e já defendeu por diversas vezes o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra da pecha de torturador. De que maneira o fato de Bolsonaro não reconhecer a história pode se voltar contra ele como presidente ou impactar seu governo?
Muita gente no Brasil acha, infelizmente, que houve algum ato bom na ditadura ou que a ditadura brasileira não foi assim tão dura. Bolsonaro vai ao paroxismo de negar a ditadura. Muita gente tem esse tipo de visão benevolente em relação à ditadura. É um discurso muito forte nas escolas militares. O descontrole que o poder civil do Brasil sempre teve em relação às escolas militares também se expressa por essa visão completamente equivocada. Isso é muito ruim e certamente terá impacto nas políticas públicas que virão, por exemplo, no campo da educação. É muito provável que se tente fazer alguma coisa em relação ao ensino de história. Isso é uma coisa terrível, um dos grandes problemas que os democratas e os setores mais progressistas terão de enfrentar. Não tenho dúvida de que haverá propostas amalucadas também em cotas, em relação a apoios à ciência e à tecnologia. Outro dia, um desses assessores de Bolsonaro falava da questão do criacionismo. Coisas desse tipo vão surgir.

De que maneira o comportamento de Bolsonaro pode afetar seu governo?
Acho que ele é uma pessoa assombrosamente despreparada. Acredito que estará cercado de uma equipe que terá muitos problemas. Li um artigo escrito por um suposto assessor de Donald Trump que contava como os assessores passavam o dia inteiro tentando controlar as bobagens e os danos provocados pelo presidente americano, como era trabalhoso controlar a quantidade de bobagens que Trump fazia e dizia. Certamente, isso vai acontecer com Bolsonaro. Nas questões de política externa e na gestão cotidiana do poder, que é extremamente complexa, tudo isso vai passar por um tremendo solavanco. Como já disse, não é só a questão do autoritarismo, mas do despreparo. São tantas questões que, realmente, é assustadora a dimensão do trabalho que esse governo vai dar. A gente vai ter quatro anos desse governo, e um trabalho enorme para corrigir futuramente esses erros e equívocos que certamente virão ao lado de iniciativas autoritárias.v

⁞⁞ Via Revista Época
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Espiritualidade para a transição



O livro As Sete Leis Espirituais do Sucesso escrito por Deepak Chopra -médico e mestre espiritual indiano-, foi lançado em 1994 e foi um dos maiores sucessos de venda.  Hoje, no terceiro milênio e com a chegada do chamado fim dos tempos ou encerramento do ciclo do medo e da escuridão que estamos transitando a partir de dezembro de 2012, as dicas práticas daquele trabalho resultam mais vigentes que nunca. Ao final, aqui na Terra, estamos alcançando um pico máximo de luz que nos possibilitará elevar nossa frequência pessoal de vibração e nos reencontrar com o nosso ser espiritual, como o nosso verdadeiro ser, como quem verdadeiramente somos.

Aqui vão, então, aquelas leis espirituais que podem nos ajudar acompanhar esta transição pessoal e planetaria e a sair definitivamente do medo para andar com os pês um tanto fora do chão, segurados pela onda do amor total, o amor incondicional que devemos atingir para nos converter em seres absolutamente livres.
1. A Lei da Potencialidade Pura
Entrar em contato com o campo da Potencialidade Pura, reservando  um momento do dia para ficar em silêncio, para apenas ser. Ficar sozinho em meditação silenciosa pelo menos duas vezes por dia, uns 30 min pela manhã e 30 min à noite.

Reservar um período do dia para comungar com a natureza e observar em silêncio a inteligência que há em todas as coisas vivas. Ficar em silêncio e assistir o pôr-do-sol, ouvir o ruído do oceano ou de um rio, ou até simplesmente sentir o perfume de uma flor. No êxtase do silêncio e em comunhão com a natureza, desfrutar a pulsação vital das eras, o campo da Potencialidade Pura e da Criatividade Ilimitada.

Praticar o não-julgamento: "hoje não julgarei nada que aconteça". E durante todo o dia lembrar de não fazer julgamentos.


2. A Lei da Doação
Em todos os  momentos e lugares que formos presentear a todos com quem mantemos contatos, (cumprimentos, flores, orações etc.). Estará assim desencadeando o processo de circulação de energia, de alegria, de riquezas, de abundância, na sua vida e na dos outros.

Receber agradecido as dádivas que a vida nos oferece (a luz do sol, o canto dos pássaros, as flores, a neve do inverno etc.), estar aberto para receber dos outros, seja um presente material, seja dinheiro, um cumprimento, uma oração.

Assumir o compromisso de manter a riqueza circulando, dando e recebendo os bens mais preciosos: carinho, afeição,apreço, amor. Desejar, em silêncio, felicidade e muita alegria  toda vez que encontrar alguém.

3. A Lei do Carma ou de Causa e Efeito
Observar e trazer para a percepção consciente as escolhas que fazemos a todo momento. Ter bem claro que a melhor maneira de se preparar para todos os momentos do futuro é estar plenamente consciente do presente.

Diante da escolha, pergunte: "quais serão as conseqüências desta escolha?", "esta escolha trará satisfação e felicidade a mim e aos outros que serão  afetados por ela?".

Pergunte ao seu coração e perceba a mensagem enviada por ele, através das sensações de conforto e desconforto; diante disso você saberá realizar uma escolha correta espontânea, para si e para os outros.


4. A Lei do Mínimo Esforço
Praticar a Aceitação, dizendo: "hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, todos os fatos como eles se manifestarem". Saber que o momento é como deve ser. Dizer a si mesmo: "minha aceitação será total e completa; verei as coisas como elas são e não como eu gostaria que fossem".

Assumir a Responsabilidade pelas situações e por fatos que considere problemáticos; isso inclui não culpar a ninguém ou a alguma coisa. Todo problema traz em si uma oportunidade para transformá-lo em algo de imenso benefício.

Assentar a percepção da indefensibilidade, desistir da necessidade de defender seus pontos de vista e de convencer os outros a aceitá-los; permanecer aberto a todos os pontos de vista e não se prender a nenhum deles.


5. A Lei da Intenção e do Desejo
Fazer uma lista de todos os seus desejos. Carregar esta lista para todos os lugares. Olhar para ela antes de mergulhar no silêncio e meditação. Olhar antes de adormecer à noite. Olhar quando acordar pela manhã.

Liberar a lista de seus desejos e soltar no ventre da criação. Se as coisas não saírem como deseja, há uma razão no plano cósmico para isso.

Lembrar de praticar a consciência do momento presente em todas as ações. Não permitir que os obstáculos consumam e dissipem a qualidade da atenção no momento presente. Aceitando o presente como ele é. O futuro se manifestará nas intenções e desejos mais caros e profundos.


6. A Lei do Distanciamento
Comprometer-se hoje com o distanciamento. Dar a si próprio e aos outros a liberdade de ser o que é. Evitar a imposição rígida de suas idéias de como as coisas devem ser. Não forçar soluções de problemas, pois assim estaríamos criando outros. Participar de tudo, mas com envolvimento distanciado.

Transformar a incerteza em um ingrediente essencial da própria experiência. Na disponibilidade para aceitar a incerteza, as soluções emergirão espontaneamente do próprio problema, da própria confusão, da desordem, do caos. Quanto mais incertas forem as coisas, mais seguro deverá se sentir, porque a incerteza é o caminho da Liberdade. Através da Sabedoria da Incerteza encontrará segurança.

Entrar no campo de todas as possibilidade e antecipar a excitação que pode ocorrer quando se está aberto a uma infinidade de escolhas. Quando entrar no campo de todas as possibilidades, experimentará toda a diversão, toda a magia, todo o mistério, toda a aventura da vida.


7. A Lei do Darma ou o Propósito da Vida
Nutrir amavelmente a divindade que hoje habita em você, no fundo de sua alma. Prestar atenção ao espírito que anima seu corpo e sua mente. Despertar desse profundo sono dentro de seu coração. Carregar consigo a consciência da atemporalidade, do ser eterno, em todas as experiências limitadas pelo tempo.

Fazer uma lista de seus talentos únicos. Depois, outra lista das coisas que adora fazer quando esta expressando esses talentos. Diga então: "quando eu os expresso e os ponho em serviço da humanidade, perco a noção do tempo e crio a abundância em minha vida, bem como na vida dos outros".

Perguntar a si mesmo diariamente: "como eu posso servir?" e "como posso ajudar?"  As respostas a essas perguntas permitirão ajudar e servir a seus semelhantes com amor.
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Piada pronta



O  Brasília Shopping (de Brasília) tirou o vermelho da roupa do Papai Noel. Como você pode olhar na foto, no lugar dos trajes clássicos natalinos, tem um boneco do bom velhinho, curiosamente, vestido de marrom (???). A mudança de cor remete a outro caso, o da Barra Shopping, de Salvador, em que o Papai Noel passou a vestir azul (!!!). Qual o motivo do desatino? Terá que ver com a aversão do clã Bolsonaro pela cor vermelha? Moro terá descoberto que Papai Noel era petralha?...


O dia 1 de novembro, José Macaco Simão -em seu twitter e apelando a sua infalível ironia- anunciava a Cancelação do Natal 2018...



Parecia piada... E era... Só não sabíamos que já estava pronta.


Tinha razão o grande escritor colombiano Gabriel García Márquez quando afirmou que em América Latina a realidade sempre supera a ficção.v

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Luiz Antônio, o vegetariano




“Haverá um tempo em que os seres humanos
se contentarão com uma alimentação vegetariana
e julgarão a matança de um animal inocente
da mesma forma como hoje se julga
o assassinato de um homem”.
                                                        Leonardo da Vinci



Aconteceu em Brasilia. Na hora do almoço, a vida projetou a comovedora cena que você poderá assistir no vídeo embaixo. Trata-se de uma criança de apenas três anos de idade entregando uma lição contundente para nós, adultos. Ele não entende direto como nem porque junto com o arroz e as batatas botaram em seu prato nhoques feitos com carne de polvo. E então ele questiona a sua mãe. O resultado é um diálogo breve e maravilhoso entre um menino precocemente vegetariano e uma mãe carnívora totalmente desapontada.  

O vídeo está datado em 2013 e, desde então, deu a volta ao mundo, foi traduzido em várias línguas e assistido por milhões de pessoas e continua sendo de incrível atualidade. Faz bem dar uma espiadinha nele, e compartilhar a ternura de Luiz Antônio. Aperte o play e confira...




Gostou?... Bom, se aceitar os sábios conselhos de Luiz Antônio, você poderá comprobar que apenas com batatas e arroz se podem ensaiar várias combinações para fazer saborosos pratos. Aqui vão 2 receitas para continuar alimentando a campanha Segunda Sem Carne.   


 Arroz com batata palha, milho e pimentão vermelho


Ingredientes
- arroz
- 1 lata de milho
- batata palha o quanto baste
- 1 pimentão vermelho em tiras finas
- 2 caldos de legumes
- óleo de canola
- cebola
- sal à gosto

Preparo
Refogue a cebola picadinha num fio de óleo. Depois misture o milho (sem a água) e o pimentão. deixe refogar mais. Jogue o arroz lavado e mexa bem. Salpique os sachês de caldo de legumes e mexa mais. Adicione água normalmente, para refogar o arroz. Acerte o sal, tampe e deixe cozinhar. Depois de pronto, misture batata palha o quanto você quiser. Delícia!


Papas y arroz (receita chilena)


Ingredientes (para 4 personas)
- 1 xícara e arroz
- 4 batatas cortadas em cubos
- 1 maço de ervas aromáticas
- 1/4 cebola, picada fininha
- 1/2 cenoura picada em cubos
- 1/2 xícara de leite
- 3 xícaras de água fervente
- sal e pimenta a gosto
- 1 colher de sopa de manteiga

Preparo
Frite o arroz na manteiga e junte as batatas, a cenoura, a cebola e o maço de ervas picadas. 
Mexa bem por alguns minutos e em seguida despeje q água fervente.
Salpimente a gosto. 
Deixe ferver por meia hora e no final adicione o leite.


E a se deliciar, desfrutando de alimentos saborosos sem matar ninguém e sem precisar comer cadáveres.v

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Somos todos índios


Marechal Cândido Rondon, criador do Serviço de Proteção ao Índio, transformado em FUNAI em 1967.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, 
comparou reservas indígenas a jaulas de zoológico 
ao voltar afirmar que não vai apoiar a demarcação
de terras indígenas no país em seu governo.
30-11-2018.

A presença perene do índio está aí para nos lembrar quem somos porque, sendo em nós mesmos todos os seres humanos que são, somos, também, índios. O índio é uma parte de nossa memória ancestral que  nos lembra qual é a vida que podemos fazer por estas pampas, quanto vale a paz, a simplicidade voluntária. A presença do grande espírito está aí, na natureza do índio. Sem facebook nem whatshapp, sem computador nem smartphone, de alma e corpo nus, para nos mostrar como pode vir a ser nosso futuro.

Esse futuro que está muito mais perto do que a gente imagina, esse dia próximo quando, como nos anunciou Caetano, um índio descerá de uma estrela colorida, brilhante, de uma estrela que virá numa velocidade estonteante e pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante, depois de exterminada a última nação indígena e o espírito dos pássaros das fontes de água límpida mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias.

Veremos aí sim, um índio preservado, em pleno corpo físico, em todo sólido, todo gás e todo líquido, em átomos, palavras, alma, cor, em gesto, em cheiro, em sombra, em luz, em som magnífico. Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico, do objeto -sim, resplandecente- descerá o índio e as coisas que eu sei que ele dirá, fará não sei dizer assim de um modo explícito.

E aquilo que nesse momento se revelará aos povos, surpreenderá a todos não por ser exótico mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto quando terá sido o óbvio... Aquilo que hoje está diante e por trás de nosso nariz e não conseguimos ver ainda. Mas chegaremos a ver. Não especificamente o índio mas nós mesmos, por inteiros, em nossa essência perene e transcendente.v


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